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Comunicação e Informações

Na era da hiperconectividade e do big data, esses cursos formam os profissionais que pesquisam, organizam, produzem e divulgam dados e conteúdos em diversos meios e plataformas

Arquivologia

A rápida evolução das tecnologias de informação e comunicação vem transformando a área da Arquivologia. “Se antes o arquivista trabalhava com documentos convencionais, principalmente em papel, hoje os documentos digitais tomam conta das organizações”, diz Marcia Pazin, coordenadora do curso de Arquivologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Marília (SP).

O arquivista organiza, avalia e preserva os documentos dos mais diversos tipos, estejam eles em papel, foto, filme ou em bancos de dados online. Empresas, escolas, órgãos governamentais e entidades dos mais variados setores precisam ter um arquivista para gerenciar seus documentos. Outra oportunidade de trabalho está na área cultural, em arquivos históricos, para preservar os registros.

Para formar profissionais com uma bagagem de conhecimento técnico e cultural que possibilite compreender os documentos existentes, os cursos devem contar com boa fundamentação teórica, alicerçada em disciplinas de administração, direito e história. Também é importante que o aluno aprenda a trabalhar com documentos digitais, diferentes sistemas de gerenciamento e que tenha disciplinas e laboratórios voltados para essa área.

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Biblioteconomia

A informação é o objeto de trabalho do bibliotecário. Ele preserva, divulga e gerencia informações impressas, no formato de áudios, de vídeos e online. Tradicionalmente, atua em bibliotecas, mas hoje também encontra oportunidades em sistemas de informação de empresas públicas e privadas, em assessorias e consultorias e na organização de arquivos e documentação particular.

Como consequência, o curso passa por diversas transformações, como novos processos e o uso de softwares para realizar diferentes atividades. “Alguns alunos estão concebendo aplicativos que facilitam serviços de informação ou novas formas de entregar a informação”, diz Edilene Silva, coordenadora do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Entre as disciplinas que ajudam na formação desse novo perfil profissional, estão bases de dados, recuperação da informação e linguagens documentárias. Segundo a coordenadora, os melhores cursos também são estimulados a compartilhar dados e informações com outras áreas de conhecimento, como História, e a realizar parcerias com diferentes organizações para proporcionar variadas experiências profissionais para os estudantes.

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Cinema e Audiovisual

Há alguns anos o cinema nacional vem conseguindo ampliar seu espaço. Só o filme Turma da Mônica: Laços, lançado em junho, atraiu mais de 2 milhões de espectadores. As mídias digitais também ajudam a impulsionar a área. “Hoje, o profissional tem diversas janelas para exibir suas produções. Antes, eram só o cinema e a TV, mas agora há os serviços de streaming, o YouTube, as redes sociais e outras plataformas que permitem atingir públicos gigantes”, explica a cineasta Érika Bauer, professora da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB).

Quem faz essa graduação domina todas as etapas da criação de filmes, da elaboração de roteiros e trabalho com figurinos à direção e captação de recursos para as produções. Quem opta pela licenciatura pode dar aulas de Cinema e Audiovisual em cursos livres.

Boa parte da carga horária vai para as atividades práticas, como redação de roteiro, montagem, fotografia e som. Mas a formação do profissional vai além disso. “Ele precisa ter conhecimento do país em que vive, pensar no tipo de cinema que quer fazer e ter contato com diferentes movimentos do cinema mundial”, destaca Érika.

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Comunicação em Mídias Digitais

O Relatório Digital in 2018: The Americas, das empresas We are Social e Hootsuite, mostra que 62% da população brasileira é ativa nas redes sociais, um bom exemplo de como elas exercem forte influência no mundo atual. É nesse cenário que o bacharel em Comunicação em Mídias Digitais atua. “Ele pode fazer a gestão de redes sociais e trabalhar para uma marca, numa agência (propondo influenciadores para as empresas) ou ainda ser o próprio influenciador digital”, conta Pollyana Ferrari, professora de pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Mas não é só no Instagram e no Facebook que o trabalho ocorre. O profissional do setor também pode produzir podcasts ou ajudar a criar vídeos para plataformas de streaming ou para o YouTube. Outras possibilidades são atuar em empresas que checam informações online (para lidar com fake news), criar sites, desenvolver projetos que unem vários tipos de mídia e definir estratégias de comunicação.

Como esse bacharel precisa ter noções de tecnologia, conhecer análise de dados e ser especialista em comunicação, as melhores escolas montam um currículo que mescla essas três áreas.

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Gestão da Informação

Os dados que circulam diariamente nas redes internas de uma empresa são estratégicos para fazê-la funcionar corretamente e para ajudar na realização de novos negócios. É aí que entra o profissional formado em Gestão da Informação. Ele é o responsável por selecionar, processar e armazenar as informações de uma empresa. Com base nas informações que coleta, ele também as distribui corretamente. “Essa é uma área nova e emergente. E o mundo corporativo está solicitando muito esse profissional, que ainda não é facilmente encontrado”, diz Suely Ferreira da Silva, vice-coordenadora do bacharelado em Gestão da Informação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba (PR). No País, há apenas seis instituições de ensino que oferecem a graduação.

O profissional de Gestão da Informação não deve ser confundido com o de Sistemas de Informação. Apesar de estudar tecnologias, o gestor não implanta um banco de dados, por exemplo, mas sim administra o conteúdo que existe nele.

Nos melhores cursos, os alunos mesclam o estudo de administração, computação, lógica de programação, análise de sistemas da informação e tratamento de dados.

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Jornalismo

As tradicionais empresas de mídia estão deixando de ser o caminho principal para o bacharel em Jornalismo. Um dos motivos é a popularização da internet e das redes sociais, que exigem um novo perfil de profissional. Ele deve saber apurar as notícias e escrever bem, mas também dominar ferramentas como web analytics, para fazer análise de dados qualitativos e quantitativos de um site. “Temos que acabar com a ideia de que jornalista não gosta de números. Ele precisa aprender a lidar com essas novidades”, conta Tatiana Ferraz, coordenadora do bacharelado em Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo (SP).

Outra mudança é a necessidade de ser um empreendedor. Isso porque a maioria das empresas trabalha com autônomos ou com contratos de pessoa jurídica, em que o jornalista é um prestador de serviços. Portanto, ter espírito empreendedor é fundamental para buscar novas oportunidades.

Nesse cenário, as escolas estão introduzindo na grade curricular disciplinas que há alguns anos não existiam. Mídias digitais, design digital, empreendedorismo e gestão de projetos são matérias que aparecem ao lado de telejornalismo, técnicas de reportagem e assessoria de imprensa.

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Publicidade e Propaganda

A internet e as mídias sociais estabeleceram um novo relacionamento do consumidor com as marcas. Se por um lado as pessoas podem compartilhar suas experiências, por outro, as empresas encontram novas formas de divulgar seus produtos.

Essas transformações têm mudado a formação do publicitário, cuja atuação não se restringe à criação de peças publicitárias e campanhas em agências de propaganda. “Além de aprender a lidar com gestão – com conteúdos como métodos quantitativos, finanças e estatística –, os futuros profissionais devem ter conhecimentos de bases de dados, métricas e até linguagem de programação para conseguir interagir com quem programa”, exemplifica Paulo Roberto Cunha, coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM-SP).

Nas agências, é possível ser responsável pelo atendimento aos clientes, pela identificação dos veículos mais adequados para uma campanha (mídia) ou nas áreas de marketing, estratégias de vendas e pesquisas. Ainda dá para trabalhar em departamentos de marketing e comunicação de empresas, em produtoras de conteúdo e de eventos e em consultorias e assessorias de comunicação.

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Rádio, TV e Internet

O acesso às novas tecnologias, como smartphones com qualidade profissional de gravação, está causando impacto diretamente na carreira do profissional de Rádio, TV e Internet. Responsável por criar, produzir e editar conteúdo em vídeo, áudio e multimídia, ele se beneficia desse movimento produzindo mais e com baixo investimento. “Ele também tem que se preparar para as inovações na área do audiovisual, que abrange a direção de programas em diferentes formatos, seja o roteiro de um programa na TV ou um podcast”, conta Jô Souza, coordenadora do bacharelado em Rádio e TV do Centro Universitário Belas Artes, de São Paulo (SP).

Quem se forma nessa graduação pode montar e coordenar a grade de programação de uma emissora, chefiar equipes de gravação e de produção, ser um comentarista ou um locutor.

A grade curricular tem uma base teórica em ciências sociais e humanas e uma grande parte prática, o que leva as melhores escolas a ter professores que já atuaram em emissoras de rádio e TV ou em produtoras de vídeo. A instituição de ensino também deve contar com laboratórios com equipamentos atualizados para que sejam feitas produções em diferentes formatos.

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Relações Públicas

Ter uma boa imagem é essencial para qualquer organização. E a figura do profissional de Relações Públicas é estratégica para isso. Ele é o responsável pela ações de comunicação e relacionamento de uma empresa, de um órgão governamental ou de uma pessoa com seus diferentes públicos (consumidores, funcionários, imprensa…).

O profissional atua no atendimento aos clientes, realiza eventos, cria canais internos de comunicação e cuida de redes sociais. De acordo com Arlete Prieto, coordenadora do curso de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo, devido à sua capacidade de analisar cenários e de solucionar problemas por meio de relacionamentos, hoje é comum encontrar o profissional gerenciando outras áreas além da comunicação, como cidadania corporativa ou responsabilidade social.

Na graduação, misturam-se aulas ligadas às relações públicas e à comunicação, com administração, marketing, psicologia e inovação. “Os cursos devem discutir os novos paradigmas da área, abordando não só aspectos técnicos, ligados à inteligência artificial e big data, como também comportamentais, como a mediação de conflitos nas mídias sociais e as fake news”, diz Arlete.

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Secretariado Executivo

Uma graduação em Secretariado Executivo não forma “secretárias”, mas um profissional de assessoria executiva, que vai apoiar o gestor nas atividades ligadas à administração, ao planejamento e à organização de uma empresa. “O rol de disciplinas dos cursos é composto por conhecimentos que vão além do nível técnico e formam um ser capaz de analisar o cenário no qual estão inseridas as organizações”, diz Ivanete Daga Cielo, coordenadora do curso de Secretariado Executivo da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

Para isso, os alunos têm formação em gestão, comunicação e técnicas secretariais, além de conhecimento de um idioma estrangeiro. Alguns cursos incluem ainda conteúdos de relações internacionais, sobretudo em locais ou regiões onde as empresas atuam fortemente com comércio exterior.

Uma tendência na área é o profissional trabalhar como empreendedor, atendendo diversos executivos, em atividades como organização de uma viagem ou redação de documentos. E isso pode ser feito tanto de maneira física quanto virtual, dando espaço a uma nova modalidade de trabalho, o assessor executivo remoto.

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