{"id":1785,"date":"2024-05-27T16:06:15","date_gmt":"2024-05-27T19:06:15","guid":{"rendered":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/?p=1785"},"modified":"2024-10-15T18:30:31","modified_gmt":"2024-10-15T21:30:31","slug":"mercado-de-influencia-deve-movimentar-us-500-bi-ate-2027-brasil-e-2o-em-numero-de-influenciadores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/mercado-de-influencia-deve-movimentar-us-500-bi-ate-2027-brasil-e-2o-em-numero-de-influenciadores\/","title":{"rendered":"Mercado de influ\u00eancia deve movimentar US$ 500 bi at\u00e9 2027; Brasil \u00e9 2\u00ba em n\u00famero de influenciadores"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por Wesley Gonsalves e Carlos Eduardo Valim<\/strong><\/p>\n<p>O bilion\u00e1rio mundo dos influenciadores digitais deve movimentar quase US$ 500 bilh\u00f5es (R$ 2,5 trilh\u00f5es) at\u00e9 2027. Isso significa dobrar os n\u00fameros atuais, de US$ 250 bilh\u00f5es (R$ 1,28 trilh\u00e3o), que os criadores de conte\u00fado conseguem com seus posts nas redes sociais, segundo relat\u00f3rio do banco Goldman Sachs.<\/p>\n<p>A expectativa \u00e9 de que esse crescimento seja capitaneado pelos gastos das companhias com marketing de influ\u00eancia e tamb\u00e9m pela monetiza\u00e7\u00e3o de plataformas de streaming ou de redes sociais para v\u00eddeos curtos, como o TikTok, que remuneram os criadores de conte\u00fado a partir de cotas de visualiza\u00e7\u00f5es dos seus v\u00eddeos.<\/p>\n<p>Impulsionado durante a pandemia de covid-19, com a disparada no consumo de conte\u00fado em redes sociais e servi\u00e7os de streaming, o n\u00famero de pessoas que se consideram influenciadores digitais tamb\u00e9m disparou no mundo. No Brasil, dados de um levantamento feito pela Nielsen mostram que h\u00e1 mais de 10 milh\u00f5es de influenciadores com, pelo menos, mil seguidores no Instagram, resultado que coloca o Pa\u00eds na segunda posi\u00e7\u00e3o do ranking global, atr\u00e1s apenas dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Atualmente, o mundo tem cerca de 50 milh\u00f5es de influenciadores atuando nas diversas plataformas sociais, como TikTok, Instagram, Facebook, Youtube e outros. Segundo o Goldman Sachs, o n\u00famero de criadores de conte\u00fado deve crescer entre 10% e 20% no mundo ao longo dos pr\u00f3ximos cinco anos.<\/p>\n<p>Para dar conta de gerenciar cada vez mais influenciadores, algumas ag\u00eancias do Pa\u00eds t\u00eam ampliado suas equipes, aumentado especialidades dentro dos neg\u00f3cios e tentando se educar sobre as particularidades deste mercado e como extrair os melhores resultados do investimento feito nos criadores de conte\u00fado.<\/p>\n<p>Dentro da pesquisa do Goldman Sachs, ao serem questionados sobre a principal fonte de renda, a maioria dos criadores de conte\u00fado (quase 70%) destacou que o faturamento ocorre por meio de neg\u00f3cios fechados diretamente com as marcas e anunciantes.<\/p>\n<p>A diretora criativa e s\u00f3cia da ag\u00eancia Map, D\u00e9h Bastos, v\u00ea na expans\u00e3o desse mercado uma oportunidade para as ag\u00eancias diante do alto n\u00famero de opera\u00e7\u00f5es que ainda s\u00e3o feitas na rela\u00e7\u00e3o direta. A executiva avalia que, por se tratar de um segmento ainda em constru\u00e7\u00e3o, os neg\u00f3cios tradicionais poder\u00e3o surfar esse momento para abocanhar parte desses investimentos. \u201cAs ag\u00eancias ter\u00e3o de encontrar uma forma de colocar o influenciador no centro dessa negocia\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>D\u00e9h Bastos diz que a confirma\u00e7\u00e3o dos n\u00fameros do Goldman Sachs para o mercado de influ\u00eancia tamb\u00e9m depender\u00e1 da forma como os pr\u00f3prios criadores de conte\u00fado se profissionalizar\u00e3o. Segundo ela, ser\u00e1 preciso que os influenciadores criem uma rela\u00e7\u00e3o s\u00f3lida de comunidade com o seu p\u00fablico, para n\u00e3o ter de depender do tr\u00e1fego pago das plataformas. \u201cVamos levar uns anos at\u00e9 achar o meio do caminho\u201d, diz. \u201cQuem vai se destacar nisso \u00e9 o criador de conte\u00fado que se profissionalizar e n\u00e3o depender de nenhuma plataforma espec\u00edfica.\u201d<\/p>\n<p>Para dar conta de gerenciar cada vez mais influenciadores, algumas ag\u00eancias do Pa\u00eds t\u00eam ampliado os times, aumentado especialidades dentro dos neg\u00f3cios e tentando se educar sobre as particularidades deste mercado e como extrair os melhores resultados do investimento feito nos criadores de conte\u00fado.<\/p>\n<p>Dentro da pesquisa do Goldman Sachs, ao serem questionados sobre a principal fonte de renda, a maioria dos criadores de conte\u00fado (quase 70%) destacou que o faturamento ocorre atrav\u00e9s de neg\u00f3cios fechados diretamente com as marcas e anunciantes.<\/p>\n<p>A diretora criativa e s\u00f3cia da ag\u00eancia Map, D\u00e9h Bastos, v\u00ea na expans\u00e3o desse mercado uma oportunidade para as ag\u00eancias diante do alto n\u00famero de opera\u00e7\u00f5es que s\u00e3o feitas na rela\u00e7\u00e3o direta. A executiva avalia que por se tratar de um segmento ainda em constru\u00e7\u00e3o, os neg\u00f3cios tradicionais poder\u00e3o surfar esse momento para abocanhar parte desses investimentos, mostrando a import\u00e2ncia dos neg\u00f3cios criativos na constru\u00e7\u00e3o das marcas e assertividade dos investimentos feitos pelas redes sociais. \u201cAs ag\u00eancias ter\u00e3o de encontrar uma forma de colocar o influenciador no centro dessa negocia\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>D\u00e9h Bastos diz que a confirma\u00e7\u00e3o dos n\u00fameros do Goldman Sachs para o mercado de influ\u00eancia tamb\u00e9m depender\u00e1 da forma como os pr\u00f3prios criadores de conte\u00fado se profissionalizar\u00e3o. Ela pontua que ser\u00e1 preciso que os influenciadores criem uma rela\u00e7\u00e3o s\u00f3lida de comunidade com o seu p\u00fablico, para n\u00e3o ter de depender do tr\u00e1fego pago das plataformas. \u201cVamos levar uns anos at\u00e9 achar o meio do caminho, quem vai se destacar nisso \u00e9 o criador de conte\u00fado que se profissionalizar e n\u00e3o depender de nenhuma plataforma espec\u00edfica\u201d, diz Deh Bastos.<\/p>\n<p><strong>Mercado brasileiro<\/strong><br \/>\nDe acordo com levantamento feito pela empresa de consultoria Statista, o mercado de influ\u00eancia e cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado movimentou, em 2023, aproximadamente US$ 1 bilh\u00e3o (pouco mais de R$ 5,10 bilh\u00f5es, na cota\u00e7\u00e3o atual) com an\u00fancios focados em influenciadores na regi\u00e3o da Am\u00e9rica Latina e Caribe.<\/p>\n<p>Dentro deste montante, o Brasil representa uma fatia de 45% do total, movimentando sozinho cerca de R$ 2,330 bilh\u00f5es em an\u00fancios dentro das ativa\u00e7\u00f5es de influenciadores e criadores de conte\u00fado.<\/p>\n<p>Mesmo com um crescimento expressivo do mercado de influ\u00eancia globalmente, o resultado que chegar\u00e1 deste montante ao Pa\u00eds pode n\u00e3o ser t\u00e3o representativo. A professora de marketing da FGV, Lilian Carvalho, pondera que, ao analisar o valor geral apontado pelo Goldman Sachs, \u00e9 preciso ter em mente a representatividade do Brasil dentro da economia global.<\/p>\n<p>Lilian comenta que a maior fatia desses quase meio trilh\u00e3o de d\u00f3lares ser\u00e1 abocanhada por mercados maiores, como China e Estados Unidos. \u201cN\u00f3s acabamos ficando com muito pouco por causa de v\u00e1rios fatores, como o tamanho da economia e cen\u00e1rio desfavor\u00e1vel do c\u00e2mbio. A\u00ed acabamos ficando muito para tr\u00e1s na compara\u00e7\u00e3o com os gigantes\u201d, diz. \u201dNo frigir dos ovos, devemos ter um resultado um pouco maior que 1% desse total.\u201d<\/p>\n<p>A CEO da Lew\u2019Lara\\TBWA e presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Ag\u00eancias de Publicidade (ABAP), Marcia Esteves, acredita que essa rela\u00e7\u00e3o direta de neg\u00f3cios entre os criadores e as marcas tende a diminuir com a profissionaliza\u00e7\u00e3o e crescimento do setor. Para a executiva, com o aumento dos aportes, os investimentos de influ\u00eancia devem ser vistos como parte da compra de m\u00eddia, e n\u00e3o s\u00f3 como verba de cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado. Com isso, ag\u00eancias tradicionais e focadas em influ\u00eancia podem se beneficiar das transa\u00e7\u00f5es. \u201cCada vez mais essa contrata\u00e7\u00e3o de influenciadores deve ficar dentro das ag\u00eancias, porque \u00e9 a mesma l\u00f3gica de outros canais\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong>Influenciadores no foco<\/strong><br \/>\nA maior das ag\u00eancias brasileiras especializada em atuar com influenciadores \u00e9 a Mynd, que pretende atingir a marca de R$ 500 milh\u00f5es de faturamento este ano. Ela foi fundada por F\u00e1tima Pissarra, Preta Gil e Carlos Scappini h\u00e1 seis anos. Em setembro do ano passado, o empres\u00e1rio capixaba Marcus Buaiz se juntou a eles na sociedade.<\/p>\n<p>Conhecido pelos relacionamentos com celebridades como Wanessa Camargo e \u00cdsis Valverde e por atua\u00e7\u00e3o com casas noturnas, por lan\u00e7ar a revista Billboard no Brasil e organizar festivais de m\u00fasicas, Buaiz tamb\u00e9m \u00e9 um dos pioneiros das ag\u00eancias de influenciadores no Pa\u00eds. Ele foi s\u00f3cio da Spark e criou a 9ine com o ex-jogador de futebol Ronaldo Naz\u00e1rio, em 2011.<\/p>\n<p>Esta \u00faltima surgiu como parte do grande grupo brit\u00e2nico WPP para agenciar a carreira de esportistas fora das competi\u00e7\u00f5es. Com o sucesso do neg\u00f3cio, pessoas de outras \u00e1reas pediam para ser representadas pela 9ine. Buaiz queria aproveitar essa oportunidade, enquanto Ronaldo desejava manter o foco nos esportes. E desta forma foi encerrada a parceria em uma das primeiras ag\u00eancias brasileiras a representar celebridades das redes.<\/p>\n<p>Hoje, a Mynd conta com 400 influenciadores com quem trabalha com exclusividade, fazendo a intermedia\u00e7\u00e3o entre empresas que desejam divulgar as marcas nas redes sociais e as personalidades online que t\u00eam p\u00fablico cativo na internet. Para o vice-presidente de marketing da companhia, Jos\u00e9 Cirilo, uma das principais preocupa\u00e7\u00f5es do neg\u00f3cio \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 profissionaliza\u00e7\u00e3o dos seus criadores de conte\u00fado.<\/p>\n<p>Segundo o executivo, o influenciador n\u00e3o deve mais ser considerado s\u00f3 como espa\u00e7o de ativa\u00e7\u00e3o via verba de cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, mas sim como um canal, que est\u00e1 apto a receber parte do investimento de m\u00eddia. Cirilo acredita que os novos criadores devem pensar no seu neg\u00f3cio para al\u00e9m das plataformas, entendendo seu papel como uma empresa. \u201cEu n\u00e3o tenho 400 influenciadores. Eu tenho 400 empresas para gerir. N\u00e3o \u00e9 apenas um influenciado, \u00e9 uma conversa sobre empresas\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Os agenciados pela Mynd v\u00e3o de cantoras como Luiza Sonza e Pabllo Vittar e atores como Caio Castro at\u00e9 a fen\u00f4menos das redes sociais, como a cantora Pepita e o comediante Esse Menino. \u201cTem gente com 15 milh\u00f5es de seguidores que entrou na ag\u00eancia com 60 mil. Eles foram crescendo junto com a gente\u201d, afirma F\u00e1tima. \u201cCome\u00e7amos a trabalhar com a Luisa Sonza quando tinha 3 milh\u00f5es de seguidores, e hoje tem 30 milh\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>A forma de trabalho da ag\u00eancia \u00e9 receber o pedido de uma empresa que deseja divulgar uma marca e um servi\u00e7o, e ent\u00e3o a ag\u00eancia busca o influenciador com acesso ao p\u00fablico-alvo desejado. Pode ser um agenciado pela Mynd ou outra pessoa com esse perfil. \u201cImagina se as marcas precisassem entrar em contato com cada influenciador para fazer uma campanha?\u201d, explica F\u00e1tima, a CEO da empresa, para explicar como o mercado percebeu a necessidade de contratar essas empresas.<\/p>\n<p><strong>O papel de influenciar<\/strong><br \/>\nA presidente do IAB Brasil, Cristiane Camargo, comenta que, embora o \u00faltimo relat\u00f3rio do banco internacional aponte para um salto no crescimento do mercado de influ\u00eancia, a rela\u00e7\u00e3o das marcas com pessoas de influ\u00eancia na decis\u00e3o do p\u00fablico n\u00e3o \u00e9 uma estrat\u00e9gia t\u00e3o nova.<\/p>\n<p>Segundo ela, antes de serem conhecidos como \u201cinfluenciadores\u201d, pessoas famosas de todo o mundo, incluindo o Brasil, eram contratadas no passado pelos anunciantes como fonte de conex\u00e3o das marcas com o p\u00fablico.<\/p>\n<p>A executiva v\u00ea o montante projetado como expressivo, j\u00e1 que al\u00e9m do crescimento deve contabilizar os investimentos que j\u00e1 costumavam ser feitos nesse segmento dentro do mercado. \u201cOs atores sempre fizeram esse papel de influenciar e de se relacionar com marcas e com o p\u00fablico\u201d, diz ela. \u201cQuando fazemos uma retrospectiva, isso j\u00e1 acontecia, mas n\u00e3o era mensurado financeiramente dessa forma.\u201d<\/p>\n<p>As proje\u00e7\u00f5es positivas em rela\u00e7\u00e3o ao mercado de influ\u00eancia no mundo ocorrem ao mesmo tempo em que as verbas publicit\u00e1rias diminuem no mercado criativo, hoje impactado pelos reflexos da crise global. O relat\u00f3rio do Goldman Sachs mostra que, apesar do investimento absoluto ter se mantido crescente entre 2019 e 2024, os dados comparativos ano ap\u00f3s ano mostram uma curva decrescente. Entre 2023 e 2024, a taxa de crescimento atingiu o menor n\u00edvel em cinco anos, de 15,9%.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/economia\/midia-mkt\/mercado-influencia-movimenta-us-500-bi-2027-brasil-numero-influenciadores\/\" title=\"Mercado de influ\u00eancia deve movimentar US$ 500 bi at\u00e9 2027; Brasil \u00e9 2\u00ba em n\u00famero de influenciadores\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Mercado de influ\u00eancia deve movimentar US$ 500 bi at\u00e9 2027; Brasil \u00e9 2\u00ba em n\u00famero de influenciadores<\/a><\/p>\n<p><em>Foto: Video_StockOrg &#8211; stock.adobe.com<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo relat\u00f3rio do Goldman Sachs, crescimento vir\u00e1 dos gastos das companhias com marketing de influ\u00eancia e tamb\u00e9m pela monetiza\u00e7\u00e3o de plataformas de streaming ou redes sociais para v\u00eddeos curtos<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":1787,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-1785","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticia"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1785","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1785"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1785\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1965,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1785\/revisions\/1965"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1787"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1785"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1785"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/marcasmais\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1785"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}