{"id":22263,"date":"2024-03-25T18:46:18","date_gmt":"2024-03-25T21:46:18","guid":{"rendered":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais\/?p=22263"},"modified":"2024-04-15T18:49:51","modified_gmt":"2024-04-15T21:49:51","slug":"em-5-anos-a-bolsa-pode-dobrar-de-tamanho-diz-cfa-do-btg-pactual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/2024\/03\/25\/em-5-anos-a-bolsa-pode-dobrar-de-tamanho-diz-cfa-do-btg-pactual\/","title":{"rendered":"\u201cEm 5 anos, a Bolsa pode dobrar de tamanho\u201d, diz CFA do BTG Pactual"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por Lu\u00edza Lanza <\/strong><\/p>\n<p>No final de fevereiro, o BTG Pactual publicou o relat\u00f3rio &#8220;A hora do Brasil finalmente chegou?&#8221;, onde defende que o Pa\u00eds deve ser o vencedor de uma nova ordem global<\/p>\n<!-- In\u00edcio Banner 300x250 --><div class='dfp-tmeio1'><\/div><script type='text\/javascript'> DFP.renderHtml({ 'selector':'div.dfp-tmeio1', 'targets':{ 'formato':'tmeio1' }, 'screenmap':'Tile_300_250_T_250', 'force': true });<\/script><!-- Fim Banner 300x250 --> <p>O documento tem foco no longo prazo, mas destaca vantagens do Pa\u00eds que podem levar a um crescimento da economia e, assim, do lucro das empresas e do tamanho do mercado brasileiro<\/p>\n<p>O E-Investidor conversou com Carlos Eduardo Sequeira, CFA do BTG Pactual, para entender por que o banco entendeu que este era o momento de estar positivo com o Brasil e como todas essas vantagens se traduziriam no mercado acion\u00e1rio<\/p>\n<p>O ano de 2024 come\u00e7ou com muitas proje\u00e7\u00f5es otimistas no mercado brasileiro. A perspectiva de queda de juros no Pa\u00eds somada ao poss\u00edvel in\u00edcio do ciclo de afrouxamento monet\u00e1rio nas economias desenvolvidas levou boa parte dos analistas a colocar como cen\u00e1rio-base um ano de ganhos para as a\u00e7\u00f5es brasileiras.<\/p>\n<p>Por causa disso, no final de fevereiro, quando o BTG Pactual publicou um relat\u00f3rio destacando a posi\u00e7\u00e3o vantajosa do Brasil em rela\u00e7\u00e3o aos pares internacionais, o documento poderia parecer mais do mesmo para olhos desatentos.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 bem assim. O call otimista de um dos principais bancos de investimentos do Pa\u00eds chamou a aten\u00e7\u00e3o justamente pelo foco no longo prazo e por colocar o Brasil como vencedor em uma \u201cnova ordem mundial\u201d.<\/p>\n<p>No documento intitulado \u201cA hora do Brasil finalmente chegou?\u201d, o time de research do banco defende o papel do Pa\u00eds na agenda de sustentabilidade, a relev\u00e2ncia das exporta\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas, de alimentos e de commodities, al\u00e9m da solidez da democracia como fatores que podem colocar o Brasil em uma posi\u00e7\u00e3o estrutural de destaque em um mundo que d\u00e1 sinais de ser cada vez mais polarizado.<\/p>\n<p>Entre as coisas que poderiam dar errado, o BTG destaca o desafio de equilibrar o or\u00e7amento e melhorar a qualidade da despesa p\u00fablica, os n\u00edveis baixos de escolaridade e qualidade da educa\u00e7\u00e3o no Pa\u00eds, e um cen\u00e1rio de redu\u00e7\u00e3o populacional e econ\u00f4mica da China. Nenhum desses fatores, no entanto, \u00e9 visto hoje como algo que vai deter a ascens\u00e3o do Brasil.<\/p>\n<p>O E-Investidor conversou com Carlos Eduardo Sequeira, chefe da \u00e1rea de an\u00e1lise e pesquisa do BTG Pactual para Am\u00e9rica Latina, que assina o relat\u00f3rio. Sequeira destaca que as a\u00e7\u00f5es brasileiras s\u00e3o negociadas atualmente abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica de pre\u00e7o sobre lucro (P\/L). Ou seja: \u201cest\u00e1 muito barato\u201d. Se todas as vantagens que o BTG v\u00ea no Pa\u00eds forem aproveitadas em todo o seu potencial, a economia vai crescer e, junto com ela, o lucro das empresas e o valor do mercado brasileiro, tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>\u201cSe o lucro nominal do Brasil crescer 20%, como acreditamos, mesmo que os m\u00faltiplos n\u00e3o mudem, o valor de mercado teria que crescer 20% no ano. Em 4 ou 5 anos, a Bolsa dobrou de tamanho\u201d, explica. \u201cTalvez eu seja um pouco mais otimista do que a maioria, mas o potencial est\u00e1 a\u00ed e \u00e9 grande.\u201d<\/p>\n<p>Segundo ele, os melhores setores para se posicionar na Bolsa agora s\u00e3o aqueles que guardam as nossas vantagens competitivas: agroneg\u00f3cio, petr\u00f3leo, min\u00e9rio e energia. Um call importante em um momento em que investidores olham com receio para as principais empresas do Pa\u00eds, Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3), frente a possibilidade de inger\u00eancias pol\u00edticas.<\/p>\n<p>Isso preocupa o CFA e chefe da \u00e1rea de an\u00e1lise e pesquisa do BTG? \u201cN\u00e3o, s\u00e3o ru\u00eddos de curto prazo.\u201d<\/p>\n<p><strong>Confira os principais trechos da entrevista:<\/strong><\/p>\n<p><strong>E-Investidor \u2013 O ano come\u00e7ou com muitas proje\u00e7\u00f5es otimistas para o mercado brasileiro, mas o relat\u00f3rio do BTG traz uma leitura de cen\u00e1rio mais robusta e de longo prazo. Quais fatores levaram a entender que esta era a hora de fazer esse call positivo com o Brasil?<\/strong><br \/>\nCarlos Eduardo Sequeira \u2013 Muita gente discute as vantagens competitivas do Brasil nessa nova ordem mundial h\u00e1 algum tempo, mas come\u00e7amos a achar que faltava explicar quais s\u00e3o elas e mandar essa mensagem de uma forma consolidada e unificada. De certa forma, \u00e9 uma resposta sobre as coisas bacanas do nosso mercado que ningu\u00e9m est\u00e1 prestando aten\u00e7\u00e3o ou, ao menos, est\u00e1 falando como deveria.<\/p>\n<p>\u00c9 menos conectado com a realidade da economia de momento. N\u00e3o \u00e9 porque o PIB vai estar um pouco melhor, a infla\u00e7\u00e3o est\u00e1 controlada; tudo isso \u00e9 discuss\u00e3o do dia a dia, mas o que propusemos \u00e9 uma discuss\u00e3o de longo prazo.<\/p>\n<p><strong>O Brasil pode ser um dos melhores posicionados para se beneficiar de uma \u201cnova ordem mundial\u201d. Qual \u00e9 essa configura\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nS\u00e3o v\u00e1rias quest\u00f5es. Sem d\u00favida, tem a ver com a geopol\u00edtica. Aquele mundo  globalizado que vivemos at\u00e9 recentemente, n\u00e3o \u00e9 mais t\u00e3o assim. Tem uma cadeia de produ\u00e7\u00e3o que est\u00e1 se formando no Oriente em torno da China, com os pa\u00edses que ela influencia naquele eixo, e, do lado de c\u00e1, os Estados Unidos e os pa\u00edses que podem atend\u00ea-lo. E \u00e9 onde n\u00f3s estamos. A<\/p>\n<p>China \u00e9 uma grande parceira do Brasil e vai continuar sendo, mas podemos ter uma participa\u00e7\u00e3o mais ativa com pa\u00edses do Ocidente. Podemos contribuir como produtor de alimentos, do ponto de vista mineral, de produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, de energia limpa. \u00c9 uma posi\u00e7\u00e3o invej\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>Isso significa que o Brasil conseguiria manter um crescimento mesmo em um cen\u00e1rio de China mais fraca?<\/strong><br \/>\nUma China muito mais fraca \u00e9 ruim para o mundo todo, porque do ponto de vista do crescimento econ\u00f4mico global, \u00e9 menos um motor. Mas eu concordo, sim. Acho que est\u00e1 na hora do Brasil repensar para onde vai direcionar todo esse nosso potencial. Por isso essa mudan\u00e7a geopol\u00edtica, que parte de uma aproxima\u00e7\u00e3o com os Estados Unidos e a Europa, faz muito sentido.<\/p>\n<p><strong>O desafio de equilibrar o or\u00e7amento e melhorar a qualidade da despesa p\u00fablica \u00e9 citado no relat\u00f3rio como um dos pontos que poderiam \u201cdar errado\u201d. Esse aspecto parece sob controle no momento?<\/strong><br \/>\nEsse talvez seja o maior ponto de aten\u00e7\u00e3o hoje, quando olhamos para a vari\u00e1vel macroecon\u00f4mica no Brasil. Ainda assim, a nossa d\u00edvida PIB \u00e9 preocupante, mas n\u00e3o \u00e9 dram\u00e1tica; o d\u00e9ficit fiscal ano passado foi alto, mas esse ano n\u00e3o ser\u00e1 enorme. N\u00e3o \u00e9 como se estivesse desenhado para dar errado, acho at\u00e9 que o governo federal, atrav\u00e9s do Minist\u00e9rio da Fazenda, tem feito um esfor\u00e7o muito grande para manter uma percep\u00e7\u00e3o de responsabilidade com o gasto e com o tamanho do nosso d\u00e9ficit.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 10 anos, o Brasil praticamente n\u00e3o cresceu e uma parte disso foi por causa de pol\u00edticas fiscais muito descontroladas em parte desse per\u00edodo. O que estamos tentando dizer \u00e9 que, hoje, n\u00e3o \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o grande, mas se n\u00e3o tomarmos conta podemos cair na mesma armadilha e condenar o Pa\u00eds a mais uma d\u00e9cada de crescimento muito baixo. Mas o Brasil est\u00e1 andando.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00e3o longe o mercado brasileiro poderia chegar se o Pa\u00eds atingir este lugar de destaque global que voc\u00eas colocam?<\/strong><br \/>\nDe forma bem simplista, em um cen\u00e1rio em que todas essas vantagens se materializam, o Pa\u00eds vai crescer, as empresas v\u00e3o ter mais lucro, e, portanto, o valor de mercado como um todo vai aumentar. Mas \u00e9 dif\u00edcil dizer onde \u00e9 que pode chegar.<\/p>\n<p>Hoje o Brasil negocia em um m\u00faltiplo pre\u00e7o-lucro abaixo do que seria razo\u00e1vel, do que \u00e9 a m\u00e9dia hist\u00f3rica. Tirando Petrobras e Vale, \u00e9 um P\/L de 10 vezes, mas de 8 vezes incluindo elas. Em termos de compara\u00e7\u00e3o, os Estados Unidos negociam 20x, o M\u00e9xico negocia 13,5x. Ou seja, est\u00e1 muito barato.<\/p>\n<p>Mas vamos supor que esse seja o novo P\/L, sem pensar em recuperar a diferen\u00e7a da m\u00e9dia hist\u00f3rica de 12,6x. Mesmo assim, se o lucro nominal do Pa\u00eds crescer esse ano 20%, como acreditamos, mesmo que os m\u00faltiplos n\u00e3o mudem, o valor de mercado teria que crescer 20% no ano. Em 4 ou 5 anos, a Bolsa dobrou de tamanho. Talvez eu seja um pouco mais otimista do que a maioria, mas o potencial est\u00e1 a\u00ed e \u00e9 grande. Claro, n\u00e3o pode ter nenhum grande desbalanceamento, infla\u00e7\u00e3o fora de controle, juros altos, porque, se n\u00e3o, n\u00e3o cresce. \u00c9 s\u00f3 n\u00e3o errar muito.<\/p>\n<p><strong>Muitas das vantagens apontadas no relat\u00f3rio est\u00e3o representadas em setores da Bolsa; petr\u00f3leo, min\u00e9rio, agroneg\u00f3cio e energia. Essas s\u00e3o as teses de investimento para quem quiser surfar a ascens\u00e3o do Brasil?<\/strong><br \/>\nSem d\u00favida s\u00e3o os setores que est\u00e3o diretamente expostos a essas oportunidades. Todo o agrobusiness, mas tamb\u00e9m a parte de infraestrutura, transporte. Tamb\u00e9m tem uma s\u00e9rie de maneiras do investidor participar de setores que s\u00e3o indiretamente impactados e se beneficiam naturalmente se a economia crescer mais r\u00e1pido, como servi\u00e7os, bancos.<\/p>\n<p><strong>A Petrobras e a Vale estiveram no foco dos investidores essa semana, com investidores temerosos com inger\u00eancias pol\u00edticas. Dado que s\u00e3o as principais empresas do Pa\u00eds, isso poderia limitar o potencial do mercado brasileiro?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, s\u00e3o ru\u00eddos de curto prazo que logo v\u00e3o se resolver. \u00c9 \u00f3bvio que gera um monte de estresse, os pap\u00e9is sobem e descem, mas \u00e9 um debate natural. S\u00e3o empresas de uma vida inteira, que tem momentos melhores e outros piores.<\/p>\n<p>A Petrobras \u00e9 uma empresa estatal, ent\u00e3o, \u00e9 natural que governos queiram dizer qual dire\u00e7\u00e3o ela deve seguir. Na verdade, \u00e9 genu\u00edno e \u00e9 leg\u00edtimo, desde que siga a governan\u00e7a da companhia. No caso da Vale, tamb\u00e9m \u00e9 uma quest\u00e3o de tempo. Um conselheiro acha uma coisa, outro diz outra, mas em breve se resolvem.<\/p>\n<p><strong>Quais seriam as oportunidades do mercado acion\u00e1rio hoje, tanto em termos de avalia\u00e7\u00e3o e retorno, mas tamb\u00e9m desse potencial do Brasil no futuro?<\/strong><br \/>\nO mercado acion\u00e1rio est\u00e1 barato e tem uma possibilidade de crescimento de lucro que vai fazer com que ele continue crescendo. Eu n\u00e3o me surpreenderia se o Ibovespa terminar o ano em 145 mil pontos, 150 mil pontos. \u00c9 uma estimativa razo\u00e1vel.<\/p>\n<p>O foco do relat\u00f3rio n\u00e3o \u00e9 dar um call de empresas, mas d\u00e1 para pensar em alguns setores espec\u00edficos. Infraestrutura, por exemplo, tem empresas como a Localiza (RENT3), que se beneficiam da economia mais no curto prazo com a queda de juros que vai continuar acontecendo at\u00e9 o final do ano. Tamb\u00e9m a constru\u00e7\u00e3o civil, mesmo as empresas que est\u00e3o fora das regras do Minha Casa, Minha Vida, como a Cyrela (CYRE3). Empresas que s\u00e3o mais diretamente ligadas \u00e0 performance do mercado acion\u00e1rio, como a pr\u00f3pria B3 (B3SA3). Olhando o m\u00e9dio e longo prazo, h\u00e1 muitos setores que se beneficiam.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/einvestidor.estadao.com.br\/mercado\/bolsa-pode-dobrar-de-tamanho-btg-pactual\/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">\u201cEm 5 anos, a Bolsa pode dobrar de tamanho\u201d, diz CFA do BTG Pactual<\/a><\/p>\n<p><em>Foto: Getty Images<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Lu\u00edza Lanza No final de fevereiro, o BTG Pactual publicou o relat\u00f3rio &#8220;A hora do Brasil finalmente chegou?&#8221;, onde defende que o Pa\u00eds deve ser o vencedor de uma nova ordem global O documento tem foco no longo prazo, mas destaca vantagens do Pa\u00eds que podem levar a um crescimento da economia e, assim, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":22267,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[],"class_list":["post-22263","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticia"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22263","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22263"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22263\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22268,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22263\/revisions\/22268"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22267"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22263"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22263"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/publicacoes.estadao.com.br\/financasmais2023\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22263"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}