Vencedores São Paulo

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Para as operadoras de telefonia e internet, o cenário tem sido bastante desafiador. De acordo com dados da consultoria Teleco, 23 milhões de linhas móveis foram desligadas em 2015; em 2016, a instituição registrou 36,6 milhões de desligamentos. Em pesquisa divulgada neste ano, a Anatel constatou que, em 2017, mais 8 milhões de linhas deixaram de existir no Brasil.

Por outro lado, alguns números estimulam projeções mais positivas para os próximos meses. Atualmente, o País conta com 236,5 milhões de contas de celular ativas. A tecnologia 4G já representa 51% da base de aparelhos celulares do Brasil, com exceção de terminais de dados. Algumas operadoras, como a Vivo, chegaram a apresentar crescimento na receita líquida de serviços móveis no primeiro trimestre de 2018.

Entre desafios e oportunidades, as companhias do setor precisam se esforçar ainda mais para ser – e permanecer – relevantes. Por meio de estratégias baseadas principalmente em tecnologia e qualidade, Vivo e Claro, ocupantes das duas primeiras posições do Marcas Mais na categoria Operadoras de Telefonia e Internet, têm procurado fazer isso. E parece estar surtindo efeito.

A Vivo busca, nos avanços digitais, uma nova forma de encarar o mundo. “Há alguns anos, iniciamos um movimento para entender como a tecnologia tem impactado a vida das pessoas e como ela pode ser um fio condutor que cria conexões sem substituir o contato pessoal”, diz Marina Daineze, diretora de imagem e comunicação da Vivo. “Por isso, em 2017, evoluímos o posicionamento da Vivo com um olhar mais contemporâneo e provocativo sobre a relação que as pessoas têm com a conexão.” Na campanha Viva Tudo, a empresa se apresenta ao público como uma parceira que oferece às pessoas a conectividade de que elas precisam para poder viver todas as possibilidades.

Se as pessoas querem mais dados, conexão de qualidade e planos e serviços atraentes, Marina acredita que o sucesso do engajamento entre a Vivo e os consumidores está diretamente ligado às ações de branding realizadas e sustentadas com ofertas convergentes. “Tendo sempre em mente que a conexão, associada a aparelhos e aplicativos cada vez mais inteligentes, abre possibilidades para as pessoas e transforma comportamentos.”

Para a Claro, o segredo do engajamento está na relação custo-benefício. “Na categoria de telecomunicações, quando olhamos todas as pesquisas, percebemos que, no final das contas, os fatores decisivos para o consumidor são o preço e a qualidade do serviço”, diz Ane Lopes Tubenchlak, diretora de marca e comunicação da Claro. “O celular tem de estar sempre disponível, o sinal também, a ligação tem de ter boa qualidade. Por isso, investimos muito em nossa estrutura, principalmente na nossa rede.”

A Claro olha, agora, para o futuro. “No final de 2017, começamos a oferecer a rede 4,5G em larga escala. Por isso, em janeiro, viemos com a campanha 4.5 para posicionar essa internet diferenciada, uma nova era da velocidade”, afirma Ane. “Também estamos operando mais de 100 lojas do nosso novo conceito, que trabalha experiência e digitalização e tenta trazer as pessoas para dentro da loja. Nosso objetivo final é oferecer qualidade, desde o uso da rede até a experiência nas lojas físicas.”

As empresas precisam oferecer mais dados, boa conexão e planos atraentes

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