A facilidade para fazer depósitos e saques, mesmo de pequenos valores, além de um histórico de segurança para os clientes, faz da caderneta de poupança o investimento mais popular do Brasil. Em 2016, porém, a crise levou mais gente a sacar o dinheiro que estava aplicado. Ao longo de todo o ano, o total depositado chegou a R$ 1,949 trilhão, mas apresentou resgates de R$ 1,990 trilhão – ou seja, saldo negativo de R$ 41 bilhões. O resultado foi o segundo pior em 21 anos, segundo dados do Banco Central (o pior desempenho recente foi registrado em 2015, quando R$ 53,5 bilhões deixaram a poupança). A boa notícia é que, diferentemente do que havia ocorrido em 2015, quando o rendimento da caderneta ficou abaixo da inflação, no ano passado os poupadores que mantiveram o dinheiro aplicado ao longo de todo o período viram seu dinheiro render 8,3% – ou seja, acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 6,29%.

Na pesquisa realizada em parceria com o Estadão e a TroianoBranding, mais uma vez a Caixa aparece como a marca mais conectada com os entrevistados na categoria Poupança (neste ano, seguida por Bradesco e Banco do Brasil). “A Caixa sempre foi reconhecida por ter uma conexão emocional com os brasileiros, esteve próxima de seus clientes e essa relação de confiança se tornou ainda mais imprescindível nos últimos anos”, acredita Mario Ferreira Neto, diretor de marketing da Caixa.

Bob Vieira da Costa, sócio-fundador e presidente da nova/sb, uma das quatro agências de publicidade que cuidam da conta da Caixa, reconhece que as dificuldades econômicas levaram boa parte da população a reduzir o consumo e replanejar hábitos de compra. “Nesse cenário, a Caixa procurou estar ao lado de quem mais precisa, sempre com responsabilidade. E isso vale tanto para os casos de tomada de crédito quanto de quem renegociou dívidas ou investiu na poupança para realizar algum sonho.” Ferreira Neto explica que, “do ponto de vista de posicionamento da marca, houve, sim, ajustes na estratégia, buscando uma comunicação mais próxima da realidade dos brasileiros”.

Ainda na avaliação de Vieira da Costa, “essa visão de mercado sustentou a competitividade dos principais produtos da Caixa, com ótimos resultados. Nesse momento de dificuldades pelas quais estamos passando, o banco ajuda a sustentar as conquistas realizadas sobretudo pela população de baixa renda. É uma instituição que se preocupa de verdade com o consumidor e, portanto, merece esse reconhecimento do Marcas Mais“.

Para o diretor de estratégia e organização do Banco do Brasil, Carlos Netto, “as incertezas do cenário macroeconômico afetaram diretamente o ambiente de negócios”. Entre outras iniciativas para fidelizar clientes, ele destaca o exemplo da chamada Conta Fácil, que permite que a pessoa abra uma conta corrente no ambiente digital, sem precisar ir à agência. “O propósito dessa e de outras iniciativas é melhorar a experiência do cliente em seu relacionamento com o Banco do Brasil, gerando maior satisfação e engajamento.” Ele destaca que o banco está presente nas regiões mais diversas do País, tanto em polos de grande circulação de renda como em áreas em processo de desenvolvimento econômico. “Por isso, a marca tem uma força integradora importante”, acrescenta Netto.

Melhorar a relação com os clientes e manter-se ao lado da população nesse momento de crise são as ações das marcas mais desejadas

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